JÚLIO CÉSAR, importante peca no Império Romano, quando divorciou-se de sua esposa Pompeia, apos admitir publicamente que não a considerava responsável, justificou-se dizendo a celebrebre frase: À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta.
Desse modo, descobri que eu não era quem eu pensava. Ao menos no olhar dos
outros. Ou melhor, usando as palavras de César, não bastava eu ser (ou pensar que era) mas eu precisava "parecer"...
Pensei que eu fosse alegre e divertida
Descobri que sou exagerada e ridícula
Pensei que eu fosse generosa e amorosa
Descobri que sou orgulhosa e calculista
Pensei que eu fosse dedicada e amiga
Descobri que sou malvada e intrigueira
Pensei que eu fosse querida
Descobri que sou temida
Pensei que era engraçada
Descobri que sou grossa
Pensei que eu era sincera
Descobri que falo demais
Pensei que transmitia aos outros as coisas que eu sabia
Descobri que eu tenho mania de saber de tudo
Pensei que eu ajudava a escolher um tecido
Descobri que ‘’agora também vai decidir o que eu vou usar’’?
Pensei que sabia quem era meu amigo
Descobri que eu era seu inimigo
Pensei que escutava as pessoas e suas historias, e as
respeitava, e não as contava “por ai”
Descobri que “eu conto tudo por ai”, ou melhor, dizem que eu
conto para poderem aumentar um ponto!
Se sou alegre e espontânea, e não me envergonho nem escondo
isso, sou um problema.
Sim, sou mesmo um problema. Porque a alegria pura e simples
incomoda. A caridade incomoda. A bondade, incomoda. O desinteresse no
ganha-ganha e a disponibilidade da alma incomodam. Eu sei, muita coisa
incomoda. O outro pensar e mudar a própria vida fica muito mais difícil do que criticar e macular a imagem alheia.
Com tantas surpresas eu parei para pensar. Pensar mais ainda.
E… no final das contas o que descobri foi que não e' fácil ser
eu.
Puxa Renata... você me atirou em frente a um espelho trincado!
ResponderExcluirEntão quem ficou a refletir fui eu.
Um abração1
Renata, me vi em muitas dessas frases e qdo descobri que eu sou assim em algumas delas, fiquei triste comigo mesma...nem sempre a minha boa vontade é tb a tua boa vontade.
ResponderExcluirBoa semana
Um grde beijo
Uau! Eu gosto de você do jeitnho que você é
ResponderExcluirbjs
Jussara
*Gostei deste teu texto, Renata !!!
ResponderExcluir*Olha, ser A GENTE MESMO requer uma vida
inteiraaaaaaaaaaaaa !!! É trabalhoso, porém,
creio ser ESSENCIAL para vivermos BEM de
verdade e sermos FELIZES !!! :))
A um tempo atras fiz reflexão similar.... e descobrir coisas muito incriveis, assim como vc..rsrs
ResponderExcluirMas creia eu, marido e filha achamos que é melhor eu ser eu mesma do que tentar mudar (já tentei). É desastroso....kkkk
Seja Feliz isso é o mais importante. E o César, e os outros que se F#%@&*. Se não estamos aumentando a dor social, podemos ser aquilo que nos faz felizes.
Abraços
Renata, foi a esse texto que me referi, no comentário de hoje, sobre "o amor não manda aviso". Achei que tivesse comentado, acho que sim, será que não? rsrs Procura aí, talvez não o tenho liberado.
ResponderExcluirNão preciso dizer que sou assim também, por isso gostei tanto do texto!
beijo!
É um texto de alguém que está inseguro...não?
ResponderExcluirNós nos colocamos sempre em dúvida.
Mas um texto que gostei de ler.
Vim porque vi no glogue da Lúcia Soares a referência
a este blogue. Voltarei sempre que possa.
Se quiser visitar um dos meus blogues:
http://sinfoniaesol.wordpress.com
acaba de completar um ano.
A minha página no Facebook é Marques Irene
se quiser ser minha amiga me mande um convite.
Bj.
Irene Alves